domingo, 26 de outubro de 2014

Quero trair a morte. . .

Hoje li um livro, "Armadilhas da mente, Augusto Cury" que foi bem interessante e que me trouxe várias reflexões...

O livro vai relatando a vida de uma mulher com vários traumas, e tem vários contextos filosóficos e psicológicos, mencionando vários escritores, pensadores e filósofos e por aí vai... 

O que me marcou é que diz que: "o suicida não quer acabar com a vida, e sim com a dor". De fato, faz sentido... podemos abordar vários pensamentos e/ou opiniões a respeito. E quem não conhece alguém que já pensou nisso, ou que já tenha de fato, acabado com a sua vida? Ou até mesmo, quem já não teve algum pensamento suicida, por mais rápido e insano que possa ter sido?

Quando me remeti à este sentimento, ler que que busca-se acabar com a dor e não com a vida, me causou certo alento... realmente, a vida em si é que parece mover todo esse sentir, mas na realidade, não queremos abortar simplesmente uma missão... como um fraco que não suporta a dor de uma rejeição, ou a dor de uma perda ou de uma doença... pois discorreu-se muito sobre, independente de qualquer teoria, a racionalização de qualquer sentimento depressivo existe de uma ampla forma, mas o sentir é único, tratando de seres humanos... simples! seres humanos que erram, que sofrem, que julgam, que amam, enfim... que de longe, não são perfeitos!

Não há como entrar na dor alheia, não há como medir dor maior ou menor, mais sofrida ou menos... não há como simplesmente dizer: você está com problemas! Tão pouco como dizer: tenho a cura para você! Todo e qualquer ser humano precisa sim, aceitar e querer ficar bem e sabemos, que todos nós queremos... para muitos é mais simples, mas para outros pode ser algo há léguas de distância de fazer algum sentido ou mover alguma mudança eficaz. 
[...] Ninguém procura infligir dor a si mesmo simplesmente por infligir. Mesmo a pessoa que se mutila ou se flagela, ainda que isso tenha um viés doentio, no fundo está procurando ganhos ou alívios.

Porém até poder acessar o que está corrompendo o fluir natural de ser e estar bem, pode-se sofrer muito... e a verdade é que estudando a mente, as coisas não são simples, existem muitos gatilhos e memórias que nos prendem a atitudes e sentimentos repetitivos não agradáveis e possíveis catalizadores de: afundar-se cada vez, sabe? Não serei eu que vou conseguir dissertar sobre...

Interessante também que no livro abordou-se sobre perdão... pois também muitos podem pensar que o segredo é este... mas não estou aqui para revelar nenhum segredo, pois não é isto... porém, antes do perdão existe uma compreensão... às vezes não é o perdão em si que pode gerar alguma espécie de libertação e sim compreender por que determinadas coisas aconteceram... em que contexto estavam inseridas e no entender disso sim, pode-se mudar o pensamento relacionado e os sentimentos que estes geram e aí transmutar isso! Consequentemente tem-se o perdão!

Aaaah, eu sei que a teoria é linda! Como comentei a dor, o sentir não é racionalizado como a teoria... mas para mim o sentir e o racionalizar às vezes geram vários questionamentos... de fato, o pensar é uma grande chave e a mensagem principal é: "NÃO HÁ MENTES IMPENETRÁVEIS, APENAS CHAVES ERRADAS."

Fica a dica de leitura, de reflexão... e finalizo com o trecho da poesia final da personagem:

[...] " como não posso viver outra vez...
Quero ao menos dilatar o tempo,
Fazer de cada dia um mês,
Deixar de ser escrava do futuro,
Homenagear cada minuto no presente
E agradecer cada pessoa que amo por existir.
Mas, acima de tudo, quero trair a morte.
Como? Sendo uma eterna amante da vida... "

quarta-feira, 14 de maio de 2014

espelho, espelho meu reflexo

a irritação anda assolando!

daí tu se pergunta, mas da onde vem, por que? enfim...
daí tu olha ao redor, e até o barulho do ar te irrita =O

tpm, será?
não, sem chances! vamos dar causas mais profundas e talvez, com um sentido no mínimo, mais plausível...
mas por que dar causas? buscar causas é muito irritante...

e daí tu se depara com a seguinte ideia, constatação, conselho, sei lá como se chama... opinião, talvez?
"somos espelhos, se te irrita, é por que tem algo em ti mesma"

como assim? meeeeeeeu deus do céu... como pode algo que simplesmente não sou eu, me irritar e ser eu? então, pude perceber que não são só as coisas ruins que refletimos! e que a comparação é mais uma ilusão, pois somos todos seres únicos!

se a irritação está em alguém que fala muito, é nas bonitas palavras que a pessoa profere que tu podes estar... ou então, em uma curiosidade e vontade de aprender, no anseio de viver! mas se a tristeza alheia te comove, podes estar apenas se identificando com sentimentos que sabes que residem também dentro de ti... compaixão não é pena, e querer ser consolado não significa que tenhas que consolar o mundo!

é nas pequenas compreensões que grandes portas podem abrir, e pequenas janelinhas fechar... nas miudezas é que se aprende, que aprender e compartir é um fluir natural dessa passagem que estamos AQUI AGORA.

e se escrever, mesmo que bobagens te faz melhor, por que renegar? os desabafos são a grande terapia dos tempos atuais... precisamos falar e principalmente sermos ouvidos... mas antes disso, precisamos silenciar e encontrar aquele refúgio interior... que pra mim, é tipo a minha cama... ela é gostosa, fofinha, quentinha e me entende como ninguém!

viu? o anseio é de ser compreendida... e será que só a cama consegue? por que ela não tem boca né? e quem sabe não pode me dizer no que estou errada e muito menos, dar alguma explicação que eu não queira ouvir... então, apenas ouvir!

o silêncio é um remédio que anda lado a lado com o tempo... mas que não pode virar uma desculpa para falta de prática, pois a vida é movimento! e o tempo que passa, também é uma ilusão.



sábado, 5 de abril de 2014

Entre'linhas


Entre'linhas


nas linhas, entre linhas
aqui e acolá
um nó deixo escapar
miudinho, nem vai atrapalhar

viro assim, viro assado
avesso e atravessado
quando menos percebo
o nó volto a encontrar

miudinho era assim
quase nem foi encontrado
mas quando percebido
ai, que danado!

mas meia voltinha
desse e d'outro lado
e está quase consertado
esse nó atrapalhado

entre linhas, nessas linhas
só eu posso ajeitar
esses nós que eu crio
e sigo a criar!

faço, mas desfaço
e com eles desembaraço
aprendo a amar
e até mesmo aceitar

e do nó miudinho, uma lição vou tirar
do novelo dessa vida. . .
o essencial

É AMAR.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

quem atravessa na faixa de segurança?

me perguntei várias vezes o por que de muitas pessoas não atravessarem na faixa de segurança quando ela está tipo, há poucos passos...

retroceder é tão difícil assim? ou adiar? dar uns 10 passinhos pra trás e poder atravessar na faixa, assim, mais seguramente... ou caminhar um pouquinho pra frente

mas também  o que te garante a segurança, se o que a gente vê é que os motoristas não costumam parar para os pedestres passarem!?

não se pode contar que alguém pare para que tu passe... mas eis um detalhe muito importante: as chances de alguém parar se TU estiver no sentido da faixa são muito maiores do que fora dela!

e não depende de alguém parar, ou algo acontecer... o que simplesmente acontece, é que tu está no lugar certo!



quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

VISÃO DO OSHO SOBRE O AMOR

 Como você pode saber se alguém realmente lhe ama?

"Existem três camadas no indivíduo humano: sua fisiologia, o corpo; sua psicologia, a mente; e seu ser, seu eu eterno. Amor pode existir em todos os três planos, mas suas qualidades serão diferentes.

No plano da fisiologia, do corpo, é simples sexualidade. Você pode chamar isso de amor, porque a palavra 'amor' parece ser poética, bela. Mas noventa e nove por cento das pessoas estão chamando o sexo delas de amor. Sexo é biológico, psicológico. Sua química, seus hormônios – tudo que é material está envolvido nisso.

Você se apaixona por um homem ou por uma mulher. Você pode descrever exatamente porque essa mulher lhe atraiu? Certamente você não pode ver o eu dela, você ainda nem viu seu próprio eu. Você também não pode ver a psicologia dela, porque para ler a mente de alguém não é uma tarefa fácil. Então o que é que você viu nessa mulher? 
Alguma coisa na sua fisiologia, na sua química, nos seus hormônios, se sente atraído pelos hormônios, pela fisiologia, pela química da mulher. Isso não é um caso de amor; isso é um caso químico. Pense bem: a mulher por quem você se apaixonou vai ao médico, muda de sexo, deixa a barba e o bigode crescerem. Você ainda fica apaixonado por ela? Nada mudou, somente a química, os hormônios. Para onde foi seu amor?

Somente um por cento das pessoas conhece um pouco mais profundamente. Poetas, pintores, músicos, dançarinos, cantores têm uma sensibilidade que faz com que eles possam sentir além do corpo. Eles podem sentir as belezas da mente, as sensibilidades do coração, porque eles próprios vivem nesse plano.

Lembre-se que isso é uma regra básica: onde quer que você viva, você não pode ver além disso. Se você vive no seu corpo, se você pensar que é somente seu corpo, você só pode ser atraído pelo corpo de alguém. Esse é o estágio fisiológico do amor.

Porém, um músico, um poeta, vivem num plano diferente. Ele não pensa, ele sente. E devido a que ele vive no coração dele, ele pode sentir o coração de outra pessoa. Isso é geralmente chamado de amor. Isso é raro. Estou dizendo talvez somente um por cento, de vez em quando.

Por que muitos não estão se movendo para o segundo plano se este é tremendamente belo? Mas há um problema: qualquer coisa muito bonita é também muito delicada. Não é um objeto duro, é feito de vidro muito frágil. E uma vez que um espelho cai e se quebra, então não há como reuni-lo novamente.

As pessoas temem se envolverem muito e alcançar as delicadas camadas do amor, porque nesse estágio o amor é tremendamente belo mas também tremendamente mutante.

Sentimentos não são pedras, são como rosas. É melhor ter uma rosa de plástico, porque ela estará sempre lá e todo dia você pode banhá-la e ela estará fresca. Você pode colocar algum perfume francês nela. Se a cor dela desaparecer você pode pintá-la novamente. Plástico é uma das coisas mais indestrutíveis no mundo. Ela é estável, permanente; assim as pessoas param no fisiológico. É superficial, mas é estável.

Poetas e artistas são conhecidos por se apaixonarem todos os dias. O amor deles é como uma rosa. Enquanto está presente ela é tão perfumada, tão viva, dançando ao vento, na chuva, no sol, declarando suas belezas. Mas à noite ela se vai, e você não pode fazer nada para impedir isso.

O mais profundo amor do coração é somente como uma brisa que chega no seu quarto, traz sua frescura, serenidade, e então se vai. Você não pode segurar o vento em suas mãos. Bem poucas pessoas são tão corajosas para viver de momento a momento, uma vida mutante. Daí, elas decidirem se entregarem a um amor do qual elas possam depender.

Eu não sei que tipo de amor você conhece – muito provavelmente o primeiro tipo, talvez, o segundo tipo. E você teme que se você alcançar seu ser, o que acontecerá ao seu amor? Certamente ele se vai – mas você não será um perdedor. Um novo tipo de amor irá surgir o qual, talvez, só acontece a uma pessoa em milhões. Esse amor só pode ser chamado de amorosidade.

O primeiro amor deve ser chamado de sexo. O segundo amor deve ser chamado de amor. O terceiro deve ser chamado de amorosidade – uma qualidade, não direcionada – não possessiva e que não permite ninguém mais lhe possuir. Essa qualidade amorosa é uma revolução tão radical que mesmo concebê-la é muito difícil.

Jornalistas têm me perguntado: "Por que tem tantas mulheres aqui?". Obviamente, a questão é relevante, e eles ficam chocados quando lhes respondo. Eles não estavam preparados para a resposta. Eu disse a eles: "Sou um homem". Eles olharam para mim, incrédulos.

Eu disse: "É natural que muito mais mulheres estejam aqui, pela simples razão de que tudo que elas conheceram na vida delas foi sexo, ou em raros casos, talvez alguns momentos de amor. Mas elas nunca chegaram a conhecer o sabor da amorosidade". Eu disse para esses jornalistas: "Mesmo os homens que vocês vêem aqui desenvolveram muitas qualidades femininas neles que estavam reprimidas pela sociedade exterior".

Desde o princípio é dito a um menino: "Você é um menino, não uma menina. Comporte-se como um menino! Lágrimas caem bem numa menina, mas não para você. Seja macho". Assim todo menino vai eliminando suas qualidades femininas. E tudo que é belo é feminino.Então finalmente o que resta é somente um animal selvagem. Toda a função dele é reproduzir filhos.

A menina não é permitida ter qualquer coisa com qualidades masculinas. Se ela quiser subir numa árvore ela será impedida imediatamente: "Isso é para meninos, não para meninas!" Estranho! Se a menina possui o desejo de subir na árvore, isso é prova suficiente para ela ter permissão.

Todas as sociedades criaram roupas diferentes para os homens e para as mulheres. Isso não está certo; porque todo homem é também uma mulher. Ele veio de duas fontes: o pai e a mãe. Ambos contribuíram para seu ser. E toda mulher é também um homem. Nós destruímos ambos.

A mulher perdeu toda a coragem, aventura, raciocínio, lógica, porque essas são tidas como qualidades masculinas. E o homem perdeu a graça, sensibilidade, delicadeza. Ambos se tornaram metades. Esse é um dos maiores problemas que temos que resolver – pelo menos para nosso povo.

Meus sannyasins precisam ser ambos: metade homem, metade mulher. Isso os tornará mais ricos. Eles irão ter todas as qualidades que estão disponíveis aos seres humanos, não apenas a metade.

No nível do ser, você simplesmente tem uma fragrância de amorosidade.

Os jornalistas me perguntaram: "Você ama Sheela?". Eu disse: "É claro. Mas eu amo tantas mulheres que nem mesmo sei o nome delas. E não somente mulheres – amo tantos homens, porque eles também são metade mulher". Em um milhão de sannyasins ao redor do mundo, eu não posso apontar para uma só pessoa e dizer: "Essa é a pessoa que amo".

Só posso dizer: "Eu amo". Quem quer que esteja pronto para receber meu amor... está disponível. Então não tenham receio.

Seu medo está certo: o que você tem como amor irá embora, mas o que virá no lugar é imenso, infinito. Você será capaz de amar sem ficar apegado. Você será capaz de amar muitas pessoas porque amar uma pessoa só é manter a si mesmo pobre. Uma pessoa pode dar uma certa experiência de amor, mas amar muitas pessoas...

Você ficará surpreso que cada pessoa lhe dá um novo sentimento, uma nova canção, um novo êxtase. Consequentemente, sou contra o casamento. Na minha visão, casamentos na comuna devem ser dissolvidos. Pessoas podem viver juntas por toda a vida se quiserem, mas isso não é uma necessidade legal.

Pessoas devem se movimentar, ter tantas experiências de amor quanto possível. Não devem ser possessivos. Possessividade destrói o amor. E eles não devem ser possessivos porque isso novamente destrói ser amor.

Todos os seres humanos são dignos de serem amados. Não há nenhuma necessidade de ficar acorrentado a uma pessoa por toda sua vida. Essa é uma das razões do porquê todas as pessoas ao redor do mundo parecem tão entediadas.

Porque elas não podem sorrir como você? Porque elas não podem dançar como você? Elas estão acorrentadas com correntes invisíveis: casamento, família, marido, esposa, filhos. Elas estão sobrecarregadas com todo tipo de deveres, responsabilidades, sacrifícios. E você quer que eles sorriam e dancem e se alegrem? Você está pedindo o impossível.

Torne o amor das pessoas livre, torne as pessoas não-possessivas. Mas isso só pode acontecer se na sua meditação você descobrir o seu ser. Não é nada para se praticar. Não estou lhes dizendo: "Hoje à noite você procure uma outra mulher apenas para praticar". Você não irá conseguir coisa alguma e você pode perder sua esposa. E pela manhã você vai parecer tolo.

Isso não é uma questão de praticar, é uma questão de descobrir o seu ser. A qualidade da amorosidade impessoal segue a descoberta de seu ser. Assim você simplesmente ama.

E isso vai se espalhando. Primeiro, nos seres humanos, depois nos animais, pássaros, árvores, montanhas, estrelas. Um dia chega quando todo esse universo é seu amado. Esse é o nosso potencial. E qualquer um que não estiver realizando isso está desperdiçando sua vida.

Sim, você terá que perder algumas coisas, mas são coisas sem valor. Você estará ganhando tanto que você nunca pensará novamente no que você perdeu. Uma pura amorosidade impessoal que possa penetrar no ser de qualquer um – esse é o resultado da meditação, do silêncio, do mergulhar profundo dentro de seu próprio ser. Estou simplesmente tentando lhe persuadir. Não tenha medo de perder o que você tem."

Osho, em "Death to Deathlessness"

domingo, 10 de novembro de 2013

onde cabe minha felicidade?

afinal, onde cabe a minha felicidade?

será numa mala grande e robusta, em uma mochila de pano ou em um quarto com dois armários?
talvez numa mochila de lona e em cima de uma motoneta! 

ou quem sabe, em uma mala de couro, uma bolsinha de tecido colorido, dentro de um ônibus qualquer com algum rumo tão volúvel quanto as estradas da vida!

quem sabe com as pernas cruzadas no meio do mato, em volta de um fogo abençoado ou ainda sentada numa cadeira, compartilhando a vida com irmãos... 

talvez acompanhando um violão, e dormindo em colchonetes! quem sabe, na cama de outrém sozinha, ou em minha cama acompanhada...

numa casa com varanda, cheia de flores belas de perfume sutil, onde o balanço range por conta da tempestade e ventos que caem do céu!

a minha felicidade cabe em todos lugares, onde possa colocar os pés na Terra e sentir o Vento batendo no rosto! apenas onde possa fluir no presente momento da Dádiva do AGORA. 


terça-feira, 22 de outubro de 2013

Alinhamento de Chakras

Reiki é uma terapia milenar de cura através da canalização de energia. Alinha seus pontos vitais energéticos conhecidos como chakras, que estão localizados dentro e 'fora' do corpo (espírito), sendo eles:



Portanto, o alinhamento destes chakras nos propicia bem estar e qualidade de vida, visto que somos matéria e espírito, tratando de energias por vezes 'imperceptíveis' melhoramos nosso cotidiano de forma sutil, mas muito poderosa!

Funciona de forma simples com a imposição das mãos em tais pontos, com o contato direto ou até mesmo sem. Podendo ser aplicado em pessoas, plantas, animais, etc... 


Sou Reikiana e aluna de Massoterapia, amante da Aromaterapia, também elaboro aromatizadores e óleos terapêuticos para ambientes e aura. 
Divulgo aqui a quem interessar, um lindo servir que estou abrindo... 

- ALINHAMENTO DE CHAKRAS -

Consiste em uma sessão de aproximadamente 40 minutos, onde inicia-se a aplicação de Reiki no Chakra Coronário e Frontal, e realiza-se o alinhamento dos Chakras, juntamento com uma breve massagem relaxante nas costas feita com óleos essenciais. 

Tal sessão tem como propósito apresentar a quem estiver aberto a receber, os benefícios de terapias alternativas e a troca de informações, bem como já citado, uma melhora na qualidade de vida de forma natural e respeitosa.

Me coloco à disposição para informações e dúvidas!
Chaiane

~ artes da chai.




segunda-feira, 21 de outubro de 2013

um dia atípico

um dia que te faz acender mais luzes e perceber que o vento sopra sutil, mas que pode fechar portas bruscamente certamente deve ser um dia atípico!

um dia que te faz aprender com pequenos gestos cotidianos, em que a ordem das tarefas parece uma orquestra... é apenas um dia afinado?

onde pequenos tecidos te remetem à força mais pura e ancestral onde dons e intenções tem cores, aromas e sabores...

onde o desfrutar não é sacrilégio e sim a mais poderosa forma de consagração e real compreensão do viver, onde, de fato evolui-se.

esses dias em que se percebe o intocável, o invisível não como podendo tocar e ver de fato, mas sentindo ele! são tão contraditórios e reais. . .

[ como a própria existência! ]

todo dia é uma cerimônia, um milagre, uma dádiva. . . um presente!
 se a vida gira é por conta do ar e tudo muda pela volubilidade do fogo onde o sagrado é tão cristalino quanto a água e a certeza que tudo deu certo é por que chegou ao fim, com a firmeza da Terra.

bom, esses dias existem!
(:

terça-feira, 1 de outubro de 2013

mãos vazias, coração cheio!

tentando entender... compreender, ou ao menos, aceitar?
ou apenas, aceitar?

Segundo o site wikipédia (viva o google!): 
O termo “doença psicossomática é bastante utilizado quando uma doença física ou não, tem seu princípio na mente. O que leva os pacientes de vários hospitais a uma consulta em conjunto com um psicólogo, psicoterapeuta ou psicanalista.

Bueno! tudo começa na mente, portanto, tudo posso, o que eu quero eu consigo faz muito sentido... quando se tem consciência, claro! a dificuldade, é tomar esta dita cuja! o que eu até poderia dizer, que é uma constante busca dessa Nova Era. 

Mas quando se está num papel de ensinar... doar conhecimento... até que ponto se deve instigar quem aprende e até que ponto deve-se doar de fato? Afinal, professores devem se doar por completo no que diz respeito ao que estão (ou deveriam) ensinar? Ou devem resguardar um pouco disso tudo, deixando uma parte para quem tiver um interesse extra? E para quem tem este anseio, ensina ou tranca?

Destranca né? ' destranca, destranca... destranca, abre caminho! ' 
O que eu gostaria de entender é a sutil diferença entre o egoísmo e a auto confiança... entre o bom em te fazer buscar conhecimento e o querer reter tal conhecimento...


Eu acho que estar nesta vida aqui e agora, vivendo do lado de cá explica muita coisa... mas o que eu sinto é:


se tens as duas mãos cheias e fechadas, como vais receber mais? portanto, se liberas uma mão que seja, consegues receber mais e mais e tudo que for merecido! 

palavras de uma aprendiz.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

rugas padronizadas

por que existem coisas que realmente a gente só aprende na dor?
eu acho que a dor não é sempre tão dolorida, mas é dor por que sempre há sofrimento... mas o sofrimento pode ser opcional, ou mais especificamente, sua intensidade

uma vez aprendi que sofrimento está ligado ao apego... então estamos apegados a dor?
tem certeza disso? tipo, eu repito em alto e bom tom: eu naum gosto de sofrer... mas inconscientemente estou apegado a dor?

vejo então, de outra forma... não estamos apegados a dor, e sim ao ato de sofrer (e apegar-se)... queremos sofrer seja nos martirizando física ou psicologicamente, ou propiciando a qualquer pessoa e circunstância a chance de nos causar qualquer tipo de sofrimento...

afinal, bem mais fácil julgar quem sempre teve atitudes (fora do padrão padronizado) mais expostas do que realmente sair de cima do muro e se mostrar como um ser humano de verdade: que mente, julga, engana e trai
nao é?
por que eu vou mudar se não causo nem maiores problemas... não matei ninguém, não roubei ninguém e ainda por cima, pago meus impostos em dia!

mudar pra que, se meu mundo interior é tao obscuro que nem eu mesmo quero mexer la, por que talvez, daria muito trabalho? quietinha aqui, nem trabalho eu dou! (faço este favor ainda) eu vou continuar julgando enquanto isso ainda nutre minhas células...

quando um dia eu resolver, de fato e de coração, despertar... isso, talvez com mais de 50 anos, DAÍ eu olho pra trás e penso: -valeu a pena! nunca é tarde para despertar!

boa noite!
DICA DO DIA(ou da noite): não fale o quer ouvir, fale como você  gosta do seu café!



domingo, 4 de agosto de 2013

mel da maturidade

se dar conta das coisas da vida não é tão fácil. . . eu só não sei como pude por hora, demorar tanto para compreender coisas tão simples!

achar que o mundo é cor de rosa, pode até ser sofrido, mas ter a coragem de se cansar do preto e branco e colorir a vida com atitudes imprevistas é muito gratificante! o sentir não é alcançado de berço, duvido.

ele precisa ser experimentado, e se a inocência que se perde deixa saudades, o mel da maturidade nos preenche esse vazio!

poder entender é digno de quem tenta e quem se arrisca e vai em busca dos seus sonhos em meio a simplesmente TUDO que te faz recuar, é corajoso!

certezas talvez não sejam características de fogo, que é tão mutável e intocável como só ele próprio, portanto. . . agir pode ser bom, mas desistir não é permitir!

e eu só não me permito mais achar que sou incapaz!


sexta-feira, 24 de maio de 2013

verbo do dia: arrumar

guardar roupas, sapatos, jóias, cartas, papel de presente. . .
tudo isso pode ser muito útil, isso se quando tu precisar, tu encontrar né?

agora se tudo estiver espalhado, e quando tu precisa acaba usando o que tá mais perto, e deixa tudo aquilo que seria tão melhor guardado. . . nem adianta!

o pior é quando tu se revolta, tira tudo pra fora, e decide doar, vender, tacar fogo, sei lá. . .qualquer coisa, menos continuar com aquilo "fazendo espaço". . . aí surge um convite, uma ideia ou afins, e tu pensa: vou usar aquela tal coisa. . . e quando chega em casa, vê que não tem mais aquela tal coisa, por que se desfez dela. . .

percebi que podemos guardar, mas temos que ter tudo bem organizado! agora, dê uma reparada na sua vida, no seu armário, nas suas coisas. . . pq em pequenos detalhes de como organizamos o mundo fora, podemos nos dar conta do mundo que habita dentro da gente, aquele mesmo. . . cheio de mistérios, e muita coisa guardada!

não precisa sair ajeitando tudo. . . até pq ajeitar as coisas de fora, é como uma imensa necessidade de se arrumar por dentro, e não funciona. . .eu já testei, viu ¬¬

mas se pudesse e quero partilhar algo nesse momento é, arrume a casa de dentro, que incrivelmente tu acha formas de deixar tudo em ordem por fora! e uma coisa de cada vez, nos poupa tempo e traz alívio ao coração. . . chega de tanto penar, mas a escolha é sua!



quarta-feira, 10 de abril de 2013

tenho muito que agradecer!

já falei sobre gratidão, mas sempre leio e ouço as pessoas falando do oposto, da falta de gratidão!
é tão simples... agradecer, né?

agradeço por cada pessoa que possa estar lendo isso, e tornar este simples gesto em uma rotina que só traz abundância à vida!

é tão fácil que basta a gente criar o hábito, de agradecer à TUDO e à TODOS que nos cercam...

eu agradeço pela vida
❤ eu agradeço pelo abrigo, pela casa que me acolhe, pela roupa que me aquece, pela comida que me sustenta
❤ pela Terra que me fornece tudo que preciso
❤ eu agradeço pelo meu corpo, que me leva, que faz ser uma expressão de arte, beleza e servir, que me faz pode caminhar e trilhar assim um lindo caminho, realizando sonhos
❤ eu agradeço pelas pessoas que me cercam, minha família, à todos que encontro, que são um espelho e que posso aprender e  também ensinar
❤ eu agradeço pela vida! 

Assim, agradeça até pelos detalhes... agradeça por tudo que te move! a gratidão abre portas, janelas e caminhos!



Não ache que isso é pouco, pois queremos ver os resultados no mesmo instante e não nos damos conta  
que o rezo é poderoso, e por vezes, invísivel... tendo fé, visualizando o que queremos, pedindo de coração aberto, aos pouquinhos regamos a plantinha que existe em nós, para um lindo desabrochar das flores mais belas! 


Não perca essa fé... que parece até meio ridicularizada, sabe? Somos jovens e achamos que rezar é coisa de velho, que tem que ir pra missa... a religião não é essa "coisa" rotulada, que pesa, que é um fardo ou uma obrigação!

A religião pode ser crer no que te faz simplesmente bem... o Deus existe para todos, por que somos todos Deuses e Deusas (:

Não precisa ser uma oração daquelas que a gente aprende na escola, que está diretamente ligada ao catolicismo, e nem tão pouco, precisamos ser ateus... basta acreditar na força que carregamos em nós! Assim, tão simples e belo... somos nós!

E movemos nossa energia... então que possamos mover para tudo que nos faz bem! Nem sempre estamos bem, pois bem, tudo é aprendizado... e parece tão clichê escrever isso... mas a verdade, é que não é tão fácil assim... é muito fácil cair nas tristezas e angústias... mas que estando conscientes, possamos usar como ferramenta... até para arte, em poesias por exemplo!


Sejamos gratos e o tempo... " é senhor de rugas e marcas! "
mas as rugas e marcas são também tão belas e úteis pra nossa jornada... que possamos fazer o que, se olharmos pra trás, nos sentiremos leves!

Chega de peso e culpa... desatando nós!
O tempo é mano, mano velho ( e sempre tem uma trilha sonora, né? haha )

Grata pelo tempo, pelas rugas e por fazer disso aqui agora, o meu mundo! Uma realidade em meio à tanta ilusão... uma realidade confortável, mas não só um conforto que engana, um conforto que te faz seguir em frente, firme em ti mesmo! e regando a plantinha... sabe, né?


" tenho muito que agradecer à esta Terra que escolhi, é uma beleza. . . ESTOU AQUI, ESTOU AQUI ! " ( é, sempre tem uma música mesmo, hehe! gratidão pela música que embala nossos sonhos e torna nossos dias mais alegres! )



segunda-feira, 1 de abril de 2013

dê flores agora

em recente velório tive uma percepção...

muitaaas flores! lindas flores, muitas cores, muitos cheiros e muita beleza naquelas flores... mas ao fundo um contexto conflitante: a tristeza... em meio à alegria de flores coloridas, a tristeza cinza da morte...mas então por que flores? seria a morte uma festa? que assim sendo, é celebrada com flores?

fiquei pensando quantas flores aquela pessoa recebera em vida... ou seria a vida celebrada de outra forma? infelizmente não... o que eu vejo é a vida sendo levada, apenas seguida e nela, não damos flores, nem abraços, nem telefonamos para quem amamos, não nos interessamos por quem convive conosco, não ajudamos, não partilhamos, não pedimos perdão...

pois bem, nada disso feito em vida, do que vale fazer no leito de morte? onde os abraços não podem mais ter o calor e a reciprocidade, os olhares não podem ser correspondidos, o perdão não pode ser dado?
ao meu ver, em nada...

então que seja celerada a morte com flores... mas a morte de padrões desnecessários, de mágoas que não nos levam a nada, de rancores que nos atrasam, de individualismo exacerbado... a morte do que nos afasta do bem e do amor, mas ainda neste corpo... que pode sorrir e tocar... que pode beijar e afagar...

para que quando desencarnarmos, seja realmente apenas o retorno ao lar... a volta para da onde fomos providos: nossa Mãe Terra... pois dela viemos e para ela retornamos!
eu quero flores agora! pois quando eu morrer, não vou precisar... já terei sido uma flor em vida, já terei perfumado minhas relações e continuarei sendo no leito de nossa Mãe, enfeitando algum jardim... que poderá enfeitar mais outras vidas, celebrando este pulsar, AQUI E AGORA.

sábado, 2 de março de 2013

o amor não é breve

analisando Mário Quintana...


"Se tu me amas, ama-me baixinho

[...]
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda. . ."

se a vida é breve, por que o amor tem de ser mais breve? se for pra ser breve, que seja intenso... e se for pra ser intenso, que seja eterno!

amor tem que ser despudorado, admirado, cantado aos 4 cantos... não deve ser baixinho, e nem devagarinho! mas pode ser urgente e ser discreto, e pode ser alto, mas aos sussurros!

perder tempo tentando descobrir oque se sente, quando se está pulsando sentimento é matar o amor... carregar frases prontas e respostas decoradas, mata o amor... e responder à tudo e à todos, também mata o amor... 


a magia do amor não está na paixão, na emoção e no calor dos primeiros encontros... está no encanto de se permitir AMAR!


assim dizia um(a) poeta!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

primeira pessoa do singular

e a moral de tudo está na expectativa que criamos! que no caso, não devemos criar. (legal escrever na terceira pessoa do plural, quando o certo mesmo é a primeira pessoa do singular - EUZINHA)

se eu não tivesse tanta expectativa de achar que outro pode me fazer feliz, seria mais feliz ainda... se eu já sou feliz, pensa no tamanho da minha felicidade? ou será que não sou tão feliz quanto eu acho?
HAHA' 

se eu não achasse que eu deveria receber tantos sorrisos quanto dou, ser surpreendida o tanto quanto gosto de surpreender, ser embalada no colo o tanto quanto eu gosto de cuidar... receber tanto cafuné quanto eu gosto de dar, ser acolhida um pouco a mais do que eu acolheria, ser entendida e não criticada (essa é ótima), e enfim... se eu não achasse que tudo deveria ser como eu quero, tipo meu mundo cor de rosa! na verdade lilás é mais bonito =P

mas aí vem o Osho e diz:
‎"Pare de procurar preencher as expectativas dos outros e pare de esperar que os outros preencham as suas. Lembre-se: se você sofrer, você estará sofrendo por sua causa; se os outros sofrem, eles sofrem por causa deles. Ninguém sofre por causa dos outros – lembre-se disso profundamente. Somente então você será capaz de ser realmente sincero para com seu ser interior."

e resume tudo: eu sofro por que QUERO... só não tô aceitando isso! e portanto, acho que é um primeiro passo para não sofrer mais!
lindas teorias e árduas práticas...


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Ah, Drummond



clássicos de uma terça a noite! este texto é fantástico, e vale a pena sempre ler e reler (:
boa noite!

Viver não dói

Definitivo, como tudo o que é simples. 
Nossa dor não advém das coisas vividas, 
mas das coisas que foram sonhadas 
e não se cumpriram.

Por que sofremos tanto por amor?

O certo seria a gente não sofrer, 
apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana, que gerou
em nós um sentimento intenso
e que nos fez companhia por um tempo razoável, 
um tempo feliz. 

Sofremos por quê?

Porque automaticamente esquecemos 
o que foi desfrutado e passamos a sofrer
pelas nossas projecções irrealizadas,
por todas as cidades que gostaríamos 
de ter conhecido ao lado do nosso amor 
e não conhecemos,
por todos os filhos que 
gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,
por todos os shows e livros e silêncios
que gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, 
pela eternidade. 

Sofremos não porque
nosso trabalho é desgastante e paga pouco, 
mas por todas as horas livres
que deixamos de ter para ir ao cinema, 
para conversar com um amigo, 
para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe 
é impaciente conosco,
mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela
nossas mais profundas angústias 
se ela estivesse interessada 
em nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu,
mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos, 
mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, 
impedindo assim que mil aventuras 
nos aconteçam, 
todas aquelas com as quais sonhamos e 
nunca chegamos a experimentar.

Como aliviar a dor do que não foi vivido?

A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!

A cada dia que vivo, 
mais me convenço de que o 
desperdício da vida 
está no amor que não damos,
nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca,
e que, esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional.

 [ Carlos Drummond de Andrade ]

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Ano de Xangô e Iansã

Um ano repleto de mudanças, assim foi meu 2012!

A maioria delas são indescritíveis, inenarráveis, únicas e singulares. Ora, não pra menos!
Um ano em que pude encerrar ciclos, para poder me permitir iniciar outros... além de quebrar alguns padrões, também pude conhecer lugares transformadores e pessoas maravilhosas!

Foi realmente o ano em que me permiti viver coisas novas, desamarrar aquilo que não era meu e me prendia, e viver mais sentindo o chamado do meu coração.

Grande parte daquilo que carregamos, que não é nosso, como apegos e padrões, é que nos impedem de ouvir esse chamado, travando assim uma certa evolução a nível energético... o que também pesa é o ambiente que nos cerca, a sociedade num geralzão.

Mas quando podemos andar com pessoas de bem, buscando nos curar, simplesmente seguindo a essência de todos os seres, que é a natureza, podemos evoluir e se não mudamos o mundo em geral, podemos sim, mudar o nosso mundo! Os detalhes sempre fizeram a diferença, então não esqueçamos deles.

Podendo levar pessoas novas comigo em um caminho de harmonia, me senti ajudando a melhorar o nosso mundo... e assim, me ajudando a reafirmar a minha força. Não posso perder muito tempo almejando algo realmente revolucionário, pois estou podendo perceber que o dia a dia já é uma revolução. Viver o presente, sem anseios por um futuro e sem mágoas de um passado, já é uma vitória imensa!

E agora, a tarefa que parece ser mais árdua, a de sustentar! 2013 vem aí, com tudooo... e que tudo que foi mexido possa se encaixar, que as mudanças possam ser vistas e que a força não nos falte para melhorar!

O ano que passou, me abriu a oportunidade de novos conhecimentos... entre eles, algo sobre Orixás. O que não me permite falar disso com grande desinibição, mas que assim, abre a oportunidade para espandir esse campo. Pois bem, 2013 vem regido por dois Orixás fortes, que são Xangô e Iansã.

Xangô, Rei do Fogo e da Justiça e Iansã, Rainha dos Ventos e das Tempestades... por essa breve definição já chega a dar medo do que pode ser um ano regido por eles! Pra quem passou aqui pelo sul, pode sentir os ventos e a chuvarada que abriu esse novo ciclo. Quer sinal mais evidente dessa força mágica?
Mas deixemos de lado o medo, que não é necessário! É só mais um sinal que o ano vem trazendo grandes transformações, que serão bem vindas e que nem passe pela nossa cabeça recuar delas!

Pois bem, com meu pequeno conhecimento sobre tal, desejo que Xangô traga a justiça necessária para que possamos ser honestos e humildes com nós mesmos e com nossos irmãos, com a clareza do fogo transmutador e que Iansã varra com seus ventos todos os malfazejos que atrasam nossa evolução e confundem nossa mente, levando pra longe com suas tempestades, limpando corpo e coração!

Que sejamos justos e fortes nesse ano novo! Com todo axé e com muito amor (:
" o meu pai é o dono do fogo, o meu pai é o rei Xangô! "








segunda-feira, 26 de novembro de 2012

um presente

. . . a vida é um presente! a gente gasta muito tempo tentando aprender a viver.

se a essência é amor, então: SIGA O CORAÇÃO!

Olho de Deus que acabei de fazer. . . que assim seja!

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

meu chão

já dizia o poeta:



" Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.

Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores. "

 [ ... ]  

 

a cidade onde nascemos eu acredito ser um elo eterno... mas somos mesmo todos filhos da Terra, então independente disso, pertencemos à Ela

 mas o que eu quero dizer, é que logicamente, vamos na maioria dos casos, crescer em um determinado local, aquele local onde passamos maior parte da primeira etapa da vida... depois com o passar do tempo, podemos nos mudar e escolher outro canto, ou simplesmente sair por esse mundão conhecendo vários locais!

 não escolhemos onde nascer, mas podemos optar por onde crescer, ou permanecer quando já caminhamos e somos capazes de tomar decisões sozinhos, afinal, família é um laço eterno, mas que deve-se desapegar, pois eterno este laço permanecerá

eu acredito que nossa terra natal sempre será bem quista por nós... inexplicavelmente, e sem dúvidas, estamos ligados à ela por toda vida! quem não cresce na terra onde nasceu perde a chance de criar aquele afeto por um chão que tu sente vontade de sempre rever, sempre voltar e se conectar com o mesmo... mas, seja qual for este chão, aquele que tu permaneces por qualquer período de tempo, deve ser respeitado!

é nossa mãezinha, a Terra que dá este chão pra ti plantar tua vida, semear teus anseios e colher teus presentes... tudo que ela oferta é precioso e se o mesmo, assim não te parece, foram teus antecessores que desvirtuaram isso... se tu não tens a capacidade de apreciar as belezas, que mesmo nesse mundo urbano, existem, te recolhe ao silêncio

 se eu pudesse dar uma dica, ou um conselho (mesmo me achando incapaz disso) este seria! te cala diante de tanta perfeição e ficas aí no mundinho de paredes construídas, que tu julgas ser importante... sabe?

 eu posso amar um chão onde nasci, pude crescer, ver evoluir e muitas vezes, regredir... não dependeu só de mim, mas fiz parte de muita história de minha cidade e respeito ela, como respeitarei à todas que eu puder conhecer! então, se fosse a vez do desejo (já que o conselho já foi) eu pediria que eu pudesse ser abençoada em conhecer muitos chãos diferentes, muita natureza de cada partezinha desse mundo e me vislumbrar com toda raridade da mãezinha, e que mesmo assim eu pudesse em cada uma ver uma semelhança com minha cidade natal, e até sentir saudades... 

 

é, eu acho que sou bairrista! mas o que eu posso fazer se o meu chão é o mais lindo?